Doceira Húngara

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Curiosidades

DOCE SONHO
A simplicidade do sonho - ele pode ser definido como pão doce frito recheado com creme e coberto de açúcar, e deve ser sequinho, leve e macio.  O sonho está presente em várias celebrações importantes de diversas culturas.

Na Polônia, o "dia do sonho", ou "quinta-feira gorda", ou “Tłusty czwartek”, é secularmente comemorado na primeira quinta-feira antes do início da quaresma. A gulodice do polonês tem o nome “pączki”. Diz-se que, se alguém não come um sonho na "quinta-feira gorda', ele não terá sorte durante o ano inteiro. O dia também é chamado, às vezes, de Carnaval, e é quando a tradição admite que se coma sem limite. Os polacos levam esta regra muito a sério.

SONHOS
Chanucá é uma festa judaica, também conhecida como o Festival das luzes. "Chanucá" é uma palavra hebraica que significa "dedicação" ou "inauguração". Na festa de Chanucá há o costume de ingerir comidas fritas em óleo, como bolinhos de batata (levivot ou latkes) e sonhos (sufganiyot). Estes alimentos são preparados e degustados em honra ao milagre que ocorreu com o azeite.

STRUDEL
O Rosh Hashaná (cabeça do ano, em hebraico) celebra a criação do homem por Deus. Na ocasião, a comunidade se reúne para jantar com um cardápio à base de comidas típicas judaicas como kniches, mandalach...
Neste dia, evitam-se temperos como vinagre e limão, pois o amargo simboliza um ano ruim, com acontecimentos tristes. As tortas e strudels de recheios variados e chocolates têm simbolismo especial nessa época do ano, em que os judeus se desejam "um ano novo doce".
A tradição judaica se volta constantemente ao alimento. Assim, por meio da culinária, é possível vivenciar tradições e costumes.

TORTA DOBOS
Foi criada pelo cozinheiro József Dobos para a Exibição Nacional Geral de Budapeste em 1884. Lá, ela se tornou a torta favorita dos imperadores Elisabeth e Franz Joseph I, do Império Austro-Húngaro.
A torta é um bolo com seis finas camadas de massa, intercaladas com creme de chocolate e um acabamento com caramelo fino, liso e crocante. Dobos bateu a manteiga com o chocolate, pensando em fazer um recheio menos perecível, visto que as condições de refrigeração não eram tão boas no século XIX; a crosta de caramelo também ajuda a preservar e a torta demorava mais para azedar.
O confeiteiro enviava sua torta em caixas especiais para várias cidades da Europa, onde o prato era uma sensação em confeitarias chiques. Dobos manteve a receita secreta até a sua morte. Hoje, a Hungria tem um museu homenageando a torta, na cidade de Szentendre.